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Liverpool faz história na pandemia...

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Outra grande liga que retornou foi a inglesa... Assim como o Bayern de Munique fez história, semana passada, na Alemanha, o Liverpool conquistou, quinta-feira, o título MB na Inglaterra. Mas, antes de abordar o presente, é preciso revigorar o passado, justamente desse que é um dos principais clubes britânicos (se não o maior) e também um dos melhores do planeta... É uma história rica, fabulosa e gloriosa! Só que também, de grandes tragédias, como as de Heysel (atual Estádio Rei Balduíno, na Bélgica) e Hillsborough. A de Heysel, foi em 85, na Final da Copa dos Campeões (hoje, Liga dos Campeões), quando perdeu de 1×0 pra Juventus. Antes mesmo de a bola rolar, hooligans prensaram grades de proteção das arquibancadas contra os torcedores da Juve. 39 pessoas morreram e milhares ficaram feridas, sendo a maioria do clube italiano. Após esse gravíssimo incidente, as agremiações inglesas foram impedidas, na prática, pela Uefa de disputarem competições internacionais, por 5 temporadas. ...

Título do Bayern mostra superação germânica...

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Muitas pessoas afirmam, tolamente, que o futebol não tem nada a ver com a sociedade... Por outro lado, muitos também fazem correlações absurdas... Porém, elementos, como: a própria história, a economia e sobretudo, a organização, podem fazer um país ser de "primeiro mundo". E o futebol ser bem representativo... É o que se tornou a Alemanha! Dentro de todo esse cenário, surge o Bayern da rica e movimentada Munique. É, simplesmente, o clube mais poderoso do país e um dos mais tradicionais e melhores do planeta... Nesta temporada, desde a troca do tenso trabalho do croata Niko Kovac pelo Auxiliar Hans Flick, não vinha sendo diferente. Os bávaros lideravam o Campeonato Alemão, a conhecida e valorizada Bundesliga. Até que chegou a força do Coronavírus... O que obrigou a nação toda a entrar de quarentena. Exceto, trabalhos essenciais, como: supermercados, farmácias. É verdade que a realidade lá é bem distinta pra daqui do Brasil, por exemplo. No entanto, o isolam...

Quem está certo???

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Ontem, Nelson Teich pediu e saiu do Ministério da Saúde! Os motivos não poderiam ter sido mais claros: as discordâncias políticas e médicas com o Presidente Jair Bolsonaro sobre o tão falado "isolamento" e uso da cloroquina... Teich, aliás, ao contrário do antecessor Luiz Henrique Mandetta, não tem uma retórica tão boa nas entrevistas, como bem lembrou o cientista político da Band, Fernando Schüler. "Quando Mandetta deixou o cargo, houve uma comoção no país", frisou Schüler. O mesmo ocorreu com Moro, cujo também deixou o Governo recentemente. Já Nelson, que ficou menos de um mês no posto, é mais discreto, de perfil mais técnico mesmo... Entretanto, a questão que fica é: quem está certo??? Quem está errado??? Não sei... Porém, o blog faz um alerta: esse afastamento que acontece no Brasil, diferente de outros países, está muito fraco! Além de cada autoridade e especialista divergir sobre o pico e o seu momento da COVID-19... Então, talvez seja m...

O problema não é nome, mas sim, diretriz...

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De um lado, as acusações do agora ex-Ministro, Moro, de interferência política na PF e falta de autonomia pra trabalhar... Do outro, as respostas do Presidente Bolsonaro, de barganhar vaga no STF e que Valeixo estava cansado... Daí, as saídas de Sérgio Moro, da pasta da Justiça e Segurança Pública e Maurício Valeixo, da direção-geral da Polícia Federal. O Advogado Geral da União, André Mendonça, tomou posse agora à tarde, no Palácio do Planalto, como Ministro da Justiça. Em seu lugar na Advocacia Geral da União (AGU), José Levi de Mello, que era procurador geral da Fazenda Nacional. José Levi também foi empossado a pouco. Já na PF, com a barração e desistência por Alexandre Ramagem, o Diretor-executivo do próprio órgão, Disney Rossetti, fica no comando. Pelo menos, por enquanto... Claro que nomes competentes e reconhecidos são importantes. Porém, se não tiver uma diretriz de trabalho, dificilmente dá certo... Ou seja, se uma coisa não estiver bem alinhada e encai...

O sexagenário da cidade que aprendi a viver...

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No dia 21 de Abril de 1960, o então presidente da república, Juscelino Kubitschek, trouxe a capital do Brasil do Rio de Janeiro para Brasília. Isso, incluindo o Palácio do Catete (o Catetinho), como a então sede de seu Governo. Assim, surgiu Brasília, a capital do Distrito Federal e sobretudo, do Brasil... Foi uma cidade construída por pioneiros, chamados carinhosamente de "candangos", com obras famosíssimas de Oscar Niemeyer (fui ao velório dele, inclusive), seu parceiro urbanístico, Lúcio Costa, o renomado paisagista, Burle Marx e o escultor, Athos Bulcão. Fora, outros nomes importantíssimos, como Joaquim Cardozo, Israel Pinheiro, Bernardo Sayão... Dentre as construções, os vizinhos Congresso Nacional, Itamaraty e Praça dos Três Poderes, mais a Igrejinha da 307/308 Sul, na qual moro perto... Isso, pra não falar do hospital Sarah Kubitschek (nome da então Primeira-dama presidencial) e do Espaço Cultural Renato Russo (que foi um dos pioneiros do Rock aqui na capi...

Uma troca simples, mas também complexa!

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A relação de Luiz Henrique Mandetta com Jair Bolsonaro estava bem enfadada há um certo tempo. Principalmente, após a entrevista de Mandetta ao Fantástico, na qual declarou que "o governo precisava de um discurso único e que o povo não sabia se seguia as falas do Ministro ou do Presidente". Ele defendia o "isolamento horizontal", no qual a maior parte ou toda à população deveria ficar em seus lares, fazendo a quarentena... Já o presidente, defende o "isolamento vertical", no qual apenas os idosos e outros grupos de risco fiquem separados e reclusos em casa, devido ao Coronavírus... Daí, a mudança... Nelson Teich, atuou como consultor informal da campanha cuja levou Bolsonaro a Presidência em 2018 e sempre foi presente nos bastidores do Governo na área da Saúde. Inclusive, foi cotado pro cargo no início do mandato do Presidente. Bolsonaro, porém, preferiu Mandetta na época. Ele é carioca, tem 62 anos, formado em Medicina pela Universidade Es...

Brasil pentacampeão do mundo: minhas emoções...

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Com pandemia, sem futebol, mas pra agradar patrocinadores e audiência, a Globo reexibiu, no domingo, a Final da Copa do Mundo de 2002, disputada no Japão e na Coreia do Sul. O Brasil bateu a Alemanha, de Rudi Völler, Ballack (apesar da suspensão na grande Final), Klose, por 2×0, em Yokohama, e faturou o "penta" (aspas por que não foram 5 títulos seguidos...), o seu último troféu Mundial até hoje. Jogo este apitado pelo italiano Pierluigi Collina, o melhor árbitro do mundo na época e, considerado por muitos, de todos os tempos também... Particularmente, aquela Copa foi inesquecível para mim... Entre outros detalhes, primeiramente, lembro que eu tinha 13 anos de idade e fiz um trabalho de escola (estava na 7° série do Ensino Fundamental, 1° grau) sobre as 32 seleções, cujas iriam participar daquele torneio. Na verdade, eram informações básicas e histórias, sobre quais eram os costumes, religião predominante, dados populacionais, a capital desses países. O objetiv...