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Por que ainda não entramos no clima da Copa?

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Foto: Richard Heathcote/Getty Images. Que tal ruas pintadas com a "logo" da Copa e com calçadas, meios-fios de verde e amarelo? Avenidas inteiras coloridas e cobertas, diante das cores do Brasil? Janelas de apartamentos e carros equipados com a bandeira do país?  Não, não parece que estamos a menos de 1 mês (exatos 28 dias) da Copa do Mundo. Basta andar e observar um pouco as ruas brasileiras ou trocar uma simples ideia com umas pessoas, para reparar que o Mundial do Catar parece coisa, evento distante... Será que pensemos que é um "evento comum" ou um "torneiozinho qualquer"? Mesmo que no inconsciente? Mas, a indagação verdadeira, principal, é por que ainda não entramos para valer no clima da Copa? Pode-se afirmar que com a chegada mais próxima, a competição terá o "paladar" da gala. De sempre! Não se fala em superdimencionar, embora, é discutível (sobretudo, no Brasil, o dito "país do futebol"), mas ao lado das Olimpíadas,...

Se Puttin "apertar o botão", "já era"...

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Foto: gabinete da presidência ucraniana, via EBC. Se estamos em época de disputa presidencial ferrenha no Brasil, escolha e posse da primeira-ministra na Itália (Giorgia Meloni), crise disparada no Reino Unido, Copa do Mundo se aproximando, não podemos abdicar de outro conto atual. Até por não ser menos existencial, volumoso e, principalmente, vital mesmo. Esse conto, é a Guerra Rússia × Ucrânia. Por sinal, chata, antipática, cansativa. Além de horrenda, desumana e, óbvio, também comercial.  Aliás, a única coisa boa nesses mais de 8 meses e 240 dias, foi a liberação da carga de 4,7 mi de toneladas de alimentos agrícolas. Saíram de 211 navios, atracados no Mar Negro e partiram em direção a Turquia, no último dia 24. Foi um acordo costurado pela ONU, com a Rússia, para que a Ucrânia voltasse a enviar mantimentos, pro ocidente. De acordo com o Ministério da Infraestrutura ucraniana, ainda não são os 6 mi que o país mandava mensalmente. Mas, já é alguma coisa... Porém, os a...

Agora é hora de unir forças...

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Foto: Willian Moreira/Futura Press. Os institutos de pesquisa NOVAMENTE erraram e feio! DEPRIMENTE! Lula acabou apenas 5 pontos a frente de Bolsonaro (48×43), no 1° turno das Eleições. Não, os mais de 14,15 pontos percentuais que Data Folha, Ipec, Poder Data chegaram q cravar. Dando até a vitória total do petista, ainda no último domingo. Que bom que há deputado, senador e o ministro da justiça, Anderson Torres, de olho nisso! Lamentável, também, os problemas com a biometria, cujos retardaram em 1, 2, 3, 4 horas a votação de incontáveis pessoas. Além da sujeirada nas ruas (o que, infelizmente, é comum)!  Os instigados redutos do PT no Norte e, principalmente, no Nordeste, foram os diferenciais, em favor do ex-presidente. Talvez, a esquerda tenha reforços de ex-candidatos ou de legendas, como: o MDB e Tebet. Já o PDT, de Ciro Gomes, já anunciou seu apoio. E o próprio Ciro, resignado, também.  Já o atual chefe do Executivo, mesmo com os duvidosos (pra frisar o mínimo...

Toques orientais foram o plus...

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Reprodução: Band. No episódio 1, Fernanda, saí do programa. Na repescagem, parecia (e estava) mais preparada e volta pro jogo. É a 1° vez na história, que uma participante cuja é eliminada no 1° episódio, retorna para o MasterChef Brasil. Para não sair mais. Até a final...  Lays, por sua vez, também começou o programa tímida, travada, tensa. Só que como enalteceu o Fogaça, quando "desabrochou", o seu jeito sorridente, espontânea, com voz suave e até desbocada, foi a prova de sua enorme capacidade. Dentro da cozinha. Na decisão da 9° temporada, a mineira de Lambari, entregou uma vieira de entrada, com beurre blanc, folha de arroz crocante e caviar. Exceto, a pequena gordura na receita, tudo foi bem exaltado. Incluindo, o interessante molho.  No principal, lagosta adicionada de creme de cenoura, cogumelo e milho. Tirando o passado ponto da lagosta, o prato foi celebrado pela bancada dos jurados. Principalmente, pelo purê, cujo tirou a acidez da própria lagosta. ...

A vida refletida de Gorbachev...

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Foto: David Gannon/AFP Quem me acompanha nas redes socias, em especial, no Linkedin (pra quem não sabe, basta procurar por Eduardo Baptista Alves, Baptista com "p" mudo mesmo, que me acha lá), sabe que escrevo e compartilho bastante material sobre saúde mental e, principalmente, empatia.  Só que como diz o ditado, "nem tudo que parece, é".  Então, nem tudo que parece ser empático, é.  Assim como, nem todas as pessoas consideradas prestativas e empáticas, são.  Não falo por julgamento, mas, sim, visão e fato! Aliás, não sou nenhum "santo" ou "santinho", não(!), mas não sei o que é pior: quem escancara a falta de consideração pelo outro ou finge tê-lo, sem ter.  No fundo, desculpe, mas é a mesma porcaria, indecência. O caso estudado condiz com isso: nesta semana, aos 91 anos, faleceu o ex-presidente da antiga União Soviética, Mikhail Gorbachev, em Moscou.  Gorbachev, foi o principal articulador frente aos países do ocidente, pro fim da ...

Lula na frente... Quem acredita???

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Imagem: Videopress Produtora. Lula 44%, Bolsonaro 37%, Ciro Gomes 6%, Simone Tebet 4%, Sofia Manzano 1%.  Brancos e nulos 3%, e não sabem (ou não querem responder) 3%.  Essa foi a mais recente pesquisa eleitoral pra presidente postada, quarta-feira, pelo Poder Data.  A "pesquisa" ainda sacramenta que Lula ganharia de Bolsonaro, por 52% a 38%, no 2° turno.  Como, se toda vez que Bolsonaro sai às ruas, em qualquer evento que seja (idêntico ao que terá no próximo dia 7, no bicentenário da Independência) carrega uma multidão apoteótica, enquanto o ex-presidente leva apenas "gatos pingados", para os apoiar?  Confesso que após as eleições de 2018 e, sobretudo, depois das municipais de 2020, passei a acreditar, cada vez menos, em órgãos de enquetes/pesquisas eleitorais.  Então, agora, com todo o respeito, parecem mais eleitoreiros do que eleitorais.  Além do Poder Data, o Data Folha, Vox Populi e outros institutos, sendo alguns considerados renoma...

Jô: uma graça inteligente...

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Foto: autor não encontrado pelo Blog. As homenagens, por si só, mostram: Jô Soares, detinha um carisma inimaginável.  E não apenas em seu humor safo, vivo (essa alegria de ser e trabalhar deveria ficar permanente em nós), mas também por saber falar sobre uma gama de temas.  Da própria comédia inserida, adentrando em futebol, política, educação, diplomacia (profissão que desejava seguir, antes de arrebentar como humorista).  Sempre sabendo arrancar ótimas histórias de seus entrevistados, cada vez mais a vontade, para um público bem entretido.   Confesso que adorava sua multiplicidade, versatilidade quase perfeita ou inigualável.  Essencialmente, em entrevistas de espectros cotidianos ou sociais.  Ainda que não concordasse com tudo.  No entanto, mesmo sem celular e internet, especialmente, na década de 80, Jô, já carimbava diversidade, inclusão.  Pescas cujo o mundo que se diz "contemporâneo", mas, variavelmente, é dissimulador, dev...