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Um carnaval de contrastes e obscuridão...

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Foto: Ricardo Stuckert/Palácio do Planalto. As declarações de Lula sobre Israel e os terrorismos do Hamas e Holocausto são tão desprovidas, que chegam a ser "inocentes".  É uma "pessoa não grata", como bem iscou Netanyahu e seus pares!  Mas, às vezes, basta só um "tiquinho" do bem e correto, para avistar o mar, a bênção.  É o caso da Argentina: Milei, mau assumiu a Casa Rosada e no 2° mês, já obtêm o superavit fiscal.  Que é quando as receitas superam as despesas do governo, por um determinado período.  Geralmente, não soma os juros da dívida publica.  Porém, "bastou" Javier Milei quitar 589 mi/dólares (R$2,93 bi), pro país saldar uma vitória, que não vinha há 12 anos.  Com boa parte desse tempo, guiado pelo peronismo, da esquerda, cujo Lula tanto adora.  Só que abandonou uma inflação de 140% ao ano e 40% do povo, na MISÉRIA.  É fato que nos proximos meses e anos, ainda, a economia deve oscilar.  Todavia, nesse "pacotão" e m...

Choque-rei mostra a realidade do futebol brasileiro...

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Foto: autor não encontrado pelo Blog.  Quem ainda tem dúvida de como a bagunça domina, basta ver como foi a "organização" da final da Supercopa do Brasil Rei (Rei, em homenagem a Pelé).  Simplesmente, por motivos específicos e caóticos, Rio (Maracanã) e Brasília (Mané Garrincha), rejeitaram, logo "de cara".  Pela distância e, mais ainda, desgaste, os clubes presididos por Leila Pereira e Julio Casares, não quiseram o Nordeste ou Belém (Mangueirão).  Então, restou a proximidade com Minas Gerais.  Daí, o Mineirão, por sua maior capacidade e logística, escolhido. Deixando o Parque do Sabiá, em Uberlândia, de lado.  Acerto da CBF, do perdido Ednaldo Rodrigues, com o Mineirão, em 12 de janeiro. Mais de 1 mês depois de saber que Palmeiras e São Paulo se enfrentariam, ontem.  E mais: com a liberação das 2 torcidas.  Lindo e um belo espetáculo, não é mesmo?  Sim e foi! Ainda com os ótimos 42 mil espectadores. Mesmo com ingressos passando ...

A bagunça que não combina com o futebol brasileiro...

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Foto: autor não encontrado pelo Blog. A recente morte de Zagallo e a saída/volta de Ednaldo Rodrigues, explora a bagunça da CBF. Que não combina (ou não deveria) com o futebol brasileiro.  De seleção 5 vezes campeão do mundo e cuja está de técnico novo. Por sinal, também, anunciado de forma prematura e, sobretudo, estapafúrdia.  Não, o problema não é o bom e simples Dorival Jr. Mas, a desorganização e bagunça mesmo da CBF, sim.  Que não vem de agora...  Marin preso e condenado por corrupção; a politicagem de Del Nero, banida e Caboclo, tirado por gravíssima acusação de assédio. Ah, o mesmo Ednaldo, só não cai, de vez, pela visita sagaz e constrangedora da Fifa e Conmebol a sede da própria CBF, no RJ.  Aliás, que papelão do próprio Ednaldo com Carlo Ancelotti, cujo renovou com o Real Madrid, hein...  Portanto, o buraco está mais a baixo que Dorival, Diniz, Renato, o mesmo Ancelotti ou qualquer outro e estrangeiro.  Embora, alguns clubes e em...

Bem mais que um irreverente e competente...

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Foto: autor não encontrado pelo Blog.  Quando vi a notícia e as primeiras reportagens sobre a perda de Zagallo, eu não sabia o que publicar... Mas, quando escrevi, em minhas redes - talvez, era a sua fala mais famosa: "vocês vão tem que me engolir!"  Frase clássica, autoral e espingarda.  Cuja usei a fim de exprimir sua irreverência e competência.  Porém, Zagallo vai muito além disso.  Ok, nem sempre estava certo.  Talvez, em 98, o maior erro deles: será que Edmundo, não deveria ter jogado a fatídica final contra os franceses, no lugar do convulso craque Ronaldo?  Embora, a embalada anfitriã França, cuja tinha um qualificável time - bom que frise isso, dificilmente, iria perder aquela Copa.  Fora, que parcelas de torcedores e opinião pública desejavam Luxemburgo, em seu post.  Daí, o vigoroso desabafo, no ano anterior.  Todavia, por exemplo, o que Mário Jorge fez antes dos penâltis contra a Holanda, é um "negócio de doido". ?...

Triste, doloroso... E agora?

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Foto: Guilherme Dionízio/Estadão. América MG, Coritiba e Goiás, já haviam caído, pra Série "B". Mas, a "novidade" era a 4° vaga.  Que, terrivelmente, da pior maneira possível, escorreu num clube cujo nunca havia sido rebaixado. Todavia, também, muito por desmandos de longos anos ou décadas mesmo, de dirigentes amadores, chega a um estado quase falimentar.  Assim como outras agremiações e grandes mesmo, que se não fosse até por governos e "bancada da bola" na política, estariam até fálidos. Como ocorre na Europa.  Seguiu o roteiro direitinho, para encaminhar sua ida a 2° divisão. Como fez Cruzeiro e Inter, pra pegar os exemplos mais recentes. Considerando, claro, a queda a Série "B", do Brasileiro Assaí ou "Brasileiráo Rei". Como a CBF apelidou a edição deste ano, em homenagem a Pelé.  Então, é diante desse quadro que se afundou o Santos. Tendo, segundo o balanço do próprio Comitê Gestor santista, uma folha salarial de R$12 m...

O imprevisto e a constância...

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 Foto: Cris Mattos/Reuters. O Grêmio, é o vice-campeão dessa "dança maluca", que se transformou o Brasileiro Assaí. Com 2 ou 3 beques. Com 1, 2 ou 3 volantes, a marcação estava bem espaçosa, desajustada. Mas, tendo a vocação ofensiva de Renato e o craque, goleador Suárez, na frente, foram fundamentais. Gabriel Grando, Reinaldo e Villasanti, na medida do possível, fizeram bons papéis ao do uruguaio. Como ganhou mais do que perdeu e empatou, se manteve na parte alta da tabela. Ótima campanha. Ainda mais, pra quem voltou direto da Série "B". Mas, pra Libertadores, sem Suárez e talvez, sem Renato, não será mole...  Aliás, a triteza é, justamente, a despedida de Suárez. Aproveito pra pincelar, também, as saídas e homenagens de seus clubes ou carreiras, de: Réver (Atlético Mineiro), Filipe Luís e Rodrigo Caio (ambos, Flamengo) e Fábio Santos (Corinthians). Esses, oficiais e cujos tiveram saudações de suas torcidas, dirigentes e até famílias, em seus últimos co...

Seria o choque que os argentinos necessitam?

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Foto: Cristina Sille/Reuters. No mundo contemporâneo, cada vez mais, polarizado, binário, intransigente e delicado, a Argentina não escapa disso. Dessa divisão mesmo. De uma ponta, o peronismo dos Kirchners e do atual presidente, Alberto Fernández, cujo tão fraco, que nem pensou em tentar a reeleição (alguma surpresa nisso?), com Sergio Massa. Da outra ponta, o "boom" de Javier Milei, apoiado pelo ex-presidente, Mauricio Macri e pela 3° colocada no pleito do 1° turno, Patricia Bullrich. Embora, parte considerável de sua legenda (Proposta Republicana), migrou, exatamente, pra campanha de Sergio.  Mas, se tem um "sal" em comum nos 2 canditados, além da idade jovem aproximada (Sergio, 51 e Javier, 53 anos) e deles mexerem com economia, a rejeição de ambos, bate na casa dos 50% dos argentinos. Portanto, nada menos do que polarizada, mesmo. Perfeitamente propício a um dito "louco", que chega a levar motossera para comício e "dá show", em e...