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Dificuldade esperada...

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF. Apesar de não ser das mais tradicionais e talentosas, a Suíça têm um dos melhores sistemas defensivos. Do planeta. Há anos. Atualmente, treinado e muito bem montado por Murat Yakin.  Ou seja, por si só, já se anunciava uma dificuldade esperada do Brasil. Ainda mais, sem Neymar e Danilo, substituídos por Fred e Éder Militão. Dois jogadores defensivos, com boa capacidade de desarme.  O time fica guardado, para eventuais estocadas suíças. Só que, praticamente, sem cérebro, no meio-campo. Como venho frisando, uma dificuldade de tempos do futebol brasileiro e com Paquetá aquém da sua produção. A exemplo da estreia na Copa, diante da Sérvia. Até por que o outro lado lateral, Alex Sandro, também não possuí o tino necessário, no apoio e armação. Fora que a pressão na saída de bola, também não funcionava.  Daí, uma equipe lenta, burocrática. Que encarava (ou tentava) 2 paredões de 4 e 5 atletas suíços. Ora, mais a frente, mas no maior tempo,...

Sobrevivência que pode ser um plus...

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Foto: Fifa. Espanha e Alemanha, não estavam dentre os favoritos. Pelos menos, não dentre os principais, para levar o cobicadíssimo troféu da Copa. Ou seja, não eram tão cotados, como França, Brasil, Argentina e Inglaterra. Todavia, pelas camisas e qualidade, era a partida mais esperada, desta 1° fase.  É deslumbrante o toque de bola arisco e preciso do time espanhol. Muita movimentação, deslocamento, cuja pega alguém quase sempre livre. Fora, as viradas de bola, que apareceram até mais nesse jogo do que na forra goleada, diante da Costa Rica. Principalmente, da esquerda pra direita. Seria um tik-taka, não melhor do que os times do Guardiola, porém mais transversal? Aliás, Ferran Torres, da direita pra dentro, Asensio, do meio mais pra esquerda e Olmo, da esquerda pro centro, são muito leves. Gavi e Pedri, dupla do Barcelona, são outros jovens, que mostram muita capacidade e talento. Até, Carvajal e Busquets, mostram domínio e exatidão nos passes. E pra frente. Aí, quand...

Richarlison resolveu!

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Foto: autor não encontrado pelo Blog. A ideia de Dragan Stojkovic, era endurecer seu time forte e alto fisicamente. Pra isso, 8 ou 9 jogadores atrás da linha da bola. De preferência, 3 beques e os alas, Zivkovic e Mladenovic (substituto do contundido Kostic), presos na 1° linha. Na prática, 5 zagueiros e na 2° linha, até 4 volantes. Uma retranca! Tadic, era o que mais tinha liberdade, para acionar Mitrovic. O centroavante do Fulham, era o único isolado, no ataque sérvio. Até por estar sem Vlahovic, voltando de contusão, no banco. Pra enervar e anular o Brasil, com os 4 ousados, ariscos atacantes, de Tite.  Só que com, apenas, o volante Casemiro e Paquetá, no meio. Mas, Paquetá e Neymar (apesar da jogada do 1° gol), mesmo com toda a liberdade de Tite, para flutuar do meio pra frente, não foram bem. Neymar, ainda saiu lesionado. Preocupa! Um velho problema de armação do Brasil.  Bruno Guimarães, pode ser boa sacada. Porém, no lugar de quem? Questões que o técnico pre...

Fúria dá show e alemães decepcionam!

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Foto: agência EFE. Numa das colunas de terça-feira, elenquei características de Inglaterra e Holanda. Paridades e distâncias, entre ambos. Incluindo os elencos atuais e modelos de jogos históricos. Originado ou aperfeiçoado por Itália e Brasil. Apesar das mudanças dessas duas, também, ao longo do tempo. Simbiose que caberia bem, também, pra Alemanha e Espanha. Outras duas das favoritas que estrearam, ontem, na Copa. Os alemães, historicamente, conhecidos pelo futebol força e jogo aéreo. Só que a alteração no padrão, cuja deu o caneco Mundial, em 2014, com o jeito mais vistoso, começa a sofrer entressafra.  Feita aos poucos, mas simbolizada com a troca de Joachim Löw por Hans Flick, em 2021. Se classificou bem nas Eliminatórias. Porém, na estreia da Copa, decepcionou, tomando a virada e derrota por 2×1, do Japão.  Apesar dos ótimos Kimmich e Gündogan (que fez o gol de honra alemão, de penâlti, ontem) na articulação, precisa trabalhar melhor a bola. Sobretudo, em chu...

Será que vão longe?

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Foto: autor não encontrado pelo Blog.  Das favoritas que estrearam, hoje, Argentina e França tiveram destinos bem opostos. Os argentinos tomaram a virada e perderam da Arábia Saudita, por 2×1.Virada e goleada que os franceses obteram diante da Austrália: 4×1. Griezmann, não é organizador e, sim, atacante! Porém, os excelentes, Rabiot e M'Bappé, brilharam! Ambos, anotaram e serviram perfeitamente a Giroud, que balançou as redes duas vezes.  A equipe de Didier Deschamps têm boas chances de repetir o sucesso de 2018. No entanto, mais do que o relaxamento (que pelo demonstrado hoje, não deve ter), por ser a atual campeã do mundo, os desfalques podem pesar, na sequência da competição. Em especial, Kantê, Pogba, que poderiam ajudar Rabiot (embora, o volante, Tchouaméni, que também atuou hoje, possivelmente seria titular em seu lugar) na armação e Benzema, é melhor que Olivier Giroud.  Mesmo não sendo nenhum Lionel Messi. Por sinal, Messi, de penâlti, fez o gol argen...

Semelhanças e contrates...

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Foto: autor não encontrado.  A abertura da 22° Copa do Mundo, foi tímida. Ainda mais, a se considerar que rolou com mais de 1 hora, antes do duelo Catar e Equador. O que não é habitual, em evento futebolístico. Faltou danças típicas, como khaleege ou ventre. Mesmo essa última já saindo um pouco do Catar. So que é mais conhecida no mundo e não deixa de ser da região.  Os destaques foram os mascotes alegres das seleções. Além, claro, do encontro entre o ator, Morgan Freeman, com o paralímpico, Granim Al Muftah. Já o discurso do emir da Catar, Tamim bin Hamad, não passou de curto e formal. Vital frisar que os cataris fazem a Copa mais cara e megalomaníaca de todos os tempos...  Gostei das estreias de Inglaterra e Holanda. As duas se assemelham por terem tradição, bons jogadores e vários fãs amantes do futebol. Seriam as duas torcidas e povos mais apaixonados por futebol, na Europa e no mundo? Os 2, também, têm alternado bons e maus dias. Inclusive, dentro das par...

Tem hora que a emoção fala mais...

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Foto: Sergio Moraes. Os Atléticos Paranaense e Mineiro e o Fortaleza, completam os times que se classificaram para a Libertadores e "pré". E o outro Atlético, o Goianiense, ficou com a 4° e última baga do descenso. Só que mais pujante e vivente, foram as homenagens que mexeram diante das últimas rodadas do Brasileirão. Sobretudo, as de despedidas.  No próprio Fortaleza, o goleiro Marcelo Boeck, de 37 anos, tocou o Castelão com as lágrimas de aposentadoria. Mesmo palco onde o técnico Vojvoda, cujo não sabe se fica pra 2023, foi homenageado na partida contra o Atlético Goianiense. O belo e colorido mosaico da torcida, também, estendeu-se para sua família.  O experiente, enérgico e vencedor, Felipão, sim, "abandonou a prancheta". Todavia, fica no Athletico Paranaense, mas como diretor técnico. O seu auxiliar e de confiança, Paulo Turra, deverá virar técnico da equipe, no ano que vem.  No campeão Palmeiras, Gustavo Scarpa, é outro que foi bastante saudado, n...